Salvador: Professores municipais decidem manter greve; Prefeitura diz que movimento é político


Alegando a falta de reajuste salarial e no auxílio alimentação que não acontece há três anos, os professores da rede municipal de ensino de Salvador resolveram manter a greve iniciada nessa quarta-feira (11). A decisão foi tomada durante assembleia da categoria realizada no ginásio do Sindicato dos Bancários, na tarde do mesmo dia.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB) pretende realizar uma manifestação na próxima segunda-feira (16), a partir das 7h da manhã, saindo da Rótula do Abacaxi até a região do Iguatemi.

Os representantes da categoria ressaltam, ainda, que a prefeitura não concede aumento porque decidiu impor uma política de desvalorização dos servidores públicos, já que o caixa do Município sequer atingiu o chamado limite prudencial, conforme revelou o vereador Silvio Humberto (PSB), membro da comissão de Educação do Legislativo.

A Secretaria Municipal da Educação (Smed) garante que mantém aberto o processo de negociação e que a greve, além de precipitada, tem motivação política. Através de nota, o órgão informou que orientou o funcionamento normal das unidades de ensino. Segundo avaliação dos gestores, apenas 7% da categoria aderiu ao movimento.
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